
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Recomeçar!!!!!!!!

terça-feira, 6 de abril de 2010
Anorgasmia!

Depois do excesso de romantismo a que me fui submetida ontem a noite ao assistir a novela Viver a Vida, fiquei desesperada quando me vi sozinha. Mas ainda consegui me identificar com uma personagem: a Elen..rs! Não queria falar novamente sobre amores e decepções, então procurei um assunto muito instigante e que toooodo mundo adora: sexo. A revista NOVA saiu com uma reportagem muito interessante sobre a dificuldade que muitas mulheres enfrentam em atingir o orgasmo. Por que não falar um pouquinho sobre isso?!?Primas: tá na hora de abstrair..
"(...)Muitas de nós sofrem com a anorgasmia, disfunção que dificulta ou, em casos extremos, nos impede de atingir o clímax, o topo da excitação, o céu. Existem quatro tipos. O mais comum, chamado situacional, faz com que só consigamos com determinadas carícias (masturbação, por exemplo). Além dele, também tem o primário, caso de quem nunca nem sequer experimentou; o secundário, quando a gente de repente para de ir aos finalmentes; e o total, quando nenhum estímulo é suficiente para nos fazer chegar láhhh. A disfunção é mesmo uma das maiores vilãs do êxtase feminino. Por sorte, NOVA sabe como combatê-la.
A anorgasmia tem várias causas — e nem todas são psicológicas. Por isso, os terapeutas aconselham nunca achar que as dificuldades só existem na sua cabeça nem guardar suas angústias e dúvidas (conte tudo a quem pode ajudar, começando por uma conversa franca com o médico). Elas podem ter sido desencadeadas por cicatrizes ou danos aos nervos provocados por cirurgias ginecológicas. Fora o uso de drogas, álcool ou certos medicamentos, como os que controlam a pressão arterial, os antiestamínicos e os antidepressivos.
(...)Excluída uma causa física, vale checar o fator emocional. São desmancha-prazeres de marca maior a própria ansiedade de ter um orgasmo, a culpa provocada por uma educação sexual rígida, alguma crença religiosa ou cultural que interfere no prazer, além do medo de engravidar ou de pegar uma doença sexualmente transmissível. O tratamento varia, óbvio, dependendo do tipo de anorgasmia. Para quem nunca experimentou essa explosão de sensações (cerca de 5 a 10% das mulheres), os terapeutas tentam ajudá-la a relaxar e se sentir segura, aumentando a sua capacidade de reagir positivamente aos estímulos sexuais. É o caso da mulher que está ansiosa achando que não vai conseguir ou assustada com a possibilidade de se descontrolar ou ainda fisicamente incomodada sem saber o que esperar. “Já as que sofrem da secundária só precisam aprender novos truques para chegar lá — afinal, já conhecem o caminho e sabem que são capazes de trilhá-lo”, explica Elna McIntosh, terapeuta sexual e uma das maiores autoridades no assunto. No caso da anorgasmia em situações específicas, a mulher precisa de ajuda para identificar as circunstâncias favoráveis e, em seguida, melhorar sua comunicação.(...)"
Fonte: Revista NOVA
sábado, 3 de abril de 2010
Eu aprendi..

Eu aprendi:
Que não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência para que a vida faça o resto;
Que não importa o quanto certas coisas são importantes para mim, tem gente que não dá a mínima e jamais conseguirei convencê-las que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos.
Eu aprendi:
Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da minha vida;
Que por mais que você corte o pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos de nosso caminho.
Eu aprendi:
Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência;
Que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei;
Que eu preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou de ser controlada por eles.
Eu aprendi:
Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem;
Que perdoar exige muita prática; condenar é mais fácil!
Que há muita gente que gosta de mim, mas que não conseguem expressar isso.
Eu aprendi:
Que nos momentos mais difíceis, a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar a minha vida.
Que eu posso ficar furioso, tenho o direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel;
Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis. Será uma tragédia para o mundo se eu conseguir convencê-la disso.
Eu aprendi:
Que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, que eu tenho que me acostumar com isso;
Que não é bastante ser perdoado pelo outros, eu preciso me perdoar primeiro;
Que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso.
Eu aprendi:
Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas minhas escolhas que eu fiz quando adulto.
Que numa briga, eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando não quero me envolver.
Que , quando duas pessoas discutem não significa que elas se odeiem. E quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem.
Eu aprendi:
Que por mais eu queira proteger meus filhos, eles vão se machucar e eu também serei machucado, isso faz parte da vida;
Que minha existência pode mudar para sempre em poucas horas, por causa de gente que nunca vi antes;
Que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio.
Eu aprendi:
Que a palavra amor perde o sentido, quando usada sem critério;
Que certas pessoas vão embora de qualquer maneira;
quer você queira ou não;
Que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir pessoas, e saber lutar pelas coisas que acredita.
Eu aprendi:
Que sou mais forte que imaginava, e que posso ir mais longe depois de pensar que não podia mais;
E que realmente a vida tem valor e eu tenho valor diante da vida!
William Shakespeare
...Caetanas.....Sapatólatras assumidas!!!!

2º - Definir a personalidade. São capazes de nos fazer sentir fantásticas, chiques, desportivas ou sexy. Revelam o estado de espírito, os desejos de cada dia e a idade que se quer mostrar. Ténis têm o condão de nos fazer sentir mais novas, e os sapatos de salto alto mais crescidas e importantes.
3º - Acompanhar a aparência física. Para as pessoas de estatura baixa um salto exageradamente alto porá essa característica mais em evidência. Para as felizardas com estatura mediana os sapatos podem ir das agulhas às sabrinas, suportando qualquer salto.
4º - Transformar-se por magia. Os sapatos são o modo mais fácil e rápido de nos transformarmos. Custam menos que uma jóia, um vestido de griffe ou mesmo que uma operação estética. Os sapatos dizem quase tudo sobre uma mulher.
5º - Criar uma ilusão. A homogeneidade cromática entre os sapatos e as meias alonga as pernas. O motivo bicolor, peito do pé em creme ou branco enquanto a biqueira arredondada é preta, de pele ou verniz, faz com que uns pés grandes pareçam mais pequenos.
6º - Formal ou informal. O que separa um sapato desportivo de um formal é a sola, o material e o desenho. Poucas coisas ficam tão fora do lugar como levar sapatos citadinos para o campo, praia ou montanha porque, mais que qualquer outro acessório, são os sapatos que definem o grau de formalidade no vestir.
7º - Fugir do aspecto vulgar. Os sapatos em cunha, geralmente com sola de madeira, palhinha ou transparente causam um andar desengonçado, tornando o passo lento. Sapatos demasiadamente bicudos, cujas pontas arrebitam, com efeitos artísticos de plástico e em mau estado evidenciam vulgaridade.
8º - Escolher o modelo certo. O sapato em bico alonga o pé e fá-lo parecer mais magro, mas não disfarça um peito do pé ou tornozelo gordo. Ao contrário do que acontece com as biqueiras mais arredondadas ou quadradas.
9º - Sol e estrelas. Não usar à noite sapatos próprios para o dia, nem sapatos desportivos com traje elegante, salvo combinações especiais. Reservar os de veludo, cetim ou seda para a noite. Dourado ou prateado são aconselháveis no Verão.
10º - Sapatos sexy. Independentemente do tipo de salto, as mulheres falam sempre através dos pés. O sapato de salto alto é o objecto que marca mais a diferença entre o masculino e o feminino. Não é por acaso que as meninas gostam tanto de calçar os sapatos de salto alto das mães.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Decepção!

Tentando superar e entender dois acontecimentos que afetaram minha vida, meu modo de agir com as outras pessoas e meu modo de pensar, hoje acordei buscando novas explicações e "pqs" para isso tudo!É horrível decepcionar-se com outra pessoa, ainda mais quando ela tem papel fundamental na sua história, quando se cria tantos valores e rótulos em torno de algo que se faz, por certo momento, insubstituível. Grande erro!!!Nada e nem ninguém é insubstituível. Nós é que estipulamos esses valores e rótulos. E "analisamos" o outro em relação a nós mesmos. Se encontramos no outro algo que nos falta, ou algo que nos agrade, esse se torna "aceito". Caso contrário, "não aceito".